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sábado

O sexo sempre pode evoluir

Quando uma transa não é legal é preciso enxergar o que aconteceu antes e durante o momento vivido para encontrar as causas da decepção. Se for possível mudar o que não deu certo na primeira, há mais chances da segunda vez ser melhor.

Geralmente a má experiência acontece porque as pessoas idealizam demais como vai ser a hora H, daí as coisas não correm conforme o planejado e a decepção é a lembrança que fica mais forte. Durante a relação sexual o casal pode trocar carícias muito íntimas e cada um se expressa de um jeito, mais romântico, mais erótico, mais suave ou mais vigoroso. Se não houver tempo suficiente para que os dois se conheçam e saibam mais do jeito de namorar de cada um, pode haver um desencontro, o que leva muita gente a considerar a primeira vez horrível!

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Outra causa frequente de relações sexuais malsucedidas é a pressa em realizá-la. Para começar a transar é preciso se sentir pronto/a para esse momento. E para tanto, é importante buscar ter intimidade com o próprio corpo, conhecer os lugares que ao serem tocados produzem sensação de prazer, para que possa comunicar ao seu par. Além disso, é importante definir qual método será usado para prevenir a gravidez e doenças sexualmente transmissíveis para não ficar com medo de imprevistos e então no lugar de sensualidade e envolvimento, se instalar a tensão, que pode ser um banho de água fria no calor do encontro.

E, na hora da transa, é muito importante, sentir-se à vontade para dizer o que gosta e não gosta, o que quer e não quer que aconteça. Muitas vezes a garota não está bem excitada, bem lubrificada e permite que o homem a penetre, sentindo dor e desconforto. O homem, por sua vez pode ficar muito preocupado em ter de manter a ereção, e de tão preocupado acaba assistindo um pesadelo se concretizar, pois a adrenalina, que vem com o nervosismo, é inimiga da boa ereção.

Tanto o homem como a mulher devem se deixar levar pelas sensações de prazer provocadas pelos beijos, carícias, toques, sensações, pois dessa maneira a excitação nasce e cresce naturalmente preparando os corpos para o ato sexual. Se o homem ficar ligado em seu pênis, com medo de falhar e a garota ficar com medo de não agradar, e deixar que o rapaz comande o jogo sem mostrar o que é bom para si também, provavelmente se decepcionarão com o resultado do encontro. E isso acontecerá justamente pelo medo e pela falta de atenção ao que realmente importa.

Sexo também se aprende. Assim, a cada encontro o casal pode ficar mais à vontade consigo e um com o outro, explorar carinhos e caminhos novos, novas posições, fantasias, olhares. Assim, se a primeira vez foi horrível, não desista de viver um novo encontro mais gostoso, pois é completamente possível. Ninguém nasce sabendo fazer sexo de um jeito gostoso, este aprendizado se faz na vida a cada encontro.

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Olhe com atenção para o que é preciso mudar e melhorar em si e no relacionamento. Tenha coragem de conversar com quem você transa, de falar e de ouvir a respeito. Essa troca também contribuirá muito para momentos mais gratificantes e prazerosos. Intimidade, respeito, sensualidade, erotismo, ternura, ousadia, bom humor, criatividade: é só misturar e usar.

quarta-feira

As vantagens de dar uma rapidinha

Sempre que lemos algo ou vemos um filme sobre sexualidade, a ideia que fica é que o sexo só pode ser bom e prazeroso se for demorado. E o que é demorado? Essa questão de tempo também pode ter muitas variações, para alguns pode ser uma relação que dure uma hora, duas horas, uma noite inteira... Ou até quem sabe prolongar o prazer por dias, como nos ensinamentos de sexo tântrico. Mas essa não é uma realidade que pode ser vivida pela maioria das pessoas.


Em centros urbanos de médio e grande porte, homens e mulheres gastam horas de seu dia no trabalho, no trânsito, estudando, resolvendo problemas de diferentes ordens, seria muita utopia achar que essas pessoas estão sempre disponíveis ou com pique para viver horas de sexo. Casais com filhos pequenos, por exemplo, sabem bem do que estou falando.

Precisamos entender que o sexo não depende do tempo que demora para ser bom e prazeroso, pois se numa relação, as duas pessoas estiverem excitadas com a ideia de estarem juntas, motivadas por ideias sexuais, ou por alguma fantasia sexual, o nível de excitação pode ser bastante grande e esse sexo até pode ser rápido, mas também pode ser muito prazeroso.

As mulheres, na grande maioria, são sensoriais, gostam de ouvir galanteios, frases estimulantes, gostam de toques e carícias; tudo isso para conseguirem ficar excitadas.

E aí, como fazer?

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Ninguém foi educado para o sexo e o prazer, além do que, temos uma herança cultural que sempre reprimiu o pensar em sexo. Mas as pessoas esperam, que de repente, o tesão apareça e propicie uma relação satisfatória e repleta de prazer.

Na rapidinha, a relação acontece em poucos minutos, geralmente desacompanhada de preliminares. O casal vai direto ao ponto e procura obter a mesma satisfação que teria em uma relação mais demorada. Por isso, nessa hora, cumplicidade e intimidade são fundamentais.

Tudo bem que ninguém quer viver de rapidinhas, mas incorporar essa alternativa prazerosa no meio da mesmice da rotina pode apimentar um relacionamento. Pode ser extremamente excitante reviver a tensão da juventude.

Algumas dicas:

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Use sempre camisinha. É chato? É. Mas aprenda a colocar rápido ou ensine sua namorada a colocar.

Na pressa, cuidado pra não esquecer dela. Assim, terá o seu garantido.

Para estimular mais a sua gata, fale coisas sacanas antes e durante da transa. Faça-a imaginar como será gostoso, esse momento rápido e diferente. Durante a rapidinha, o instinto animal está aflorado.


Antes da penetração, se possível, faça um delicioso sexo oral. Ao mesmo tempo que estiver fazendo, não deixe as mãos paradas. Use-as com sabedoria. Masturbe a sua parceira com uma e acaricie os seios com a outra, que tal? Nas situações mais estranhas que a criatividade aparece.

terça-feira

As maiores fantasias sexuais delas

Sexo sem fantasia é normal, mas será que é bom? Variar de vez em quanto, ainda mais em relacionamentos longos, é mais do que gostoso: é necessário. As mulheres costumam ser mais tímidas do que os homens na hora de revelar seus desejos mais secretos. Por isso, pedimos para algumas delas contarem anonimamente (nomes distorcidos) suas taras mais comuns. Quem sabe, você não se anima a tentá-las com a sua parceira. Depois pode revelar

Dominação

Sem muita violência, Bruna, de 26 anos, diz que gostaria de ser dominada pelo namorado, mas não tem coragem de pedir isso: Ele é muito certinho na cama. Tenho vergonha de dizer, mas gostaria que ele me amarrasse e me obrigasse a fazer o que ele quisesse, mas sem me machucar.

A três

Camila, de 28, não tem certeza se colocará em prática essa fantasia, mas tem muita vontade: Talvez com um casinho, não um namorado. Mas o difícil é propor isso a uma pessoa. Ela explica que quando é um relacionamento sério, tem medo de tocar no assunto e estragar a relação. Quando não é, não tem liberdade para tocar no assunto. Podia ser com dois homens ou com mais uma mulher. Não tenho coragem de convidar, mas se me propuser, eu topo.

Traição
Sexo a três é um pouco demais para Carolina, de 33 anos. Mas ela gosta de imaginar-se transando com outro parceiro ou sendo traída: Fico imaginando eu o traindo ou ele a mim (inclusive diante do outro). Mas ela deixa claro que é uma fantasia: Não quero colocar em prática. Nem Carolina entende, mas pensar em traição, para ela, é excitante: Quando eu desconfio do meu marido ou vejo ele olhando para alguma mulher, fico brava, pois sou ciumenta. Por outro lado, isso me excita. Estranho, não é?

Muito romantismo
Karina, de 25 anos, diz que a fantasia perfeita para ela é apenas ser tratada como uma princesa: Eu adoraria que um homem preparasse um quarto cheio de pétalas de rosas, velas, essências, incensos, foundue de chocolate, vinho e música suave..., resume. Por mais que pareça simples, ela diz ser difícil de realizar: Os homens não se preocupam com isso. Meu namorado já acendeu umas velinhas e abriu um vinho, mas, depois, falou que acha isso brega, reclama.

Na casa de outra pessoa
Sempre que vai a uma festinha na casa de amigos ou comer uma pizza com parentes, Luciana, 31 anos, pensa que seria ótimo invadir um quarto ou o banheiro para uma rapidinha: Tenho receio de ser pega, por isso nunca rolou. Mas várias vezes eu já deixei o clima esquentar bem nessas situações. Fiquei passando a mão e falando besteiras no ouvido do meu namorado.

Em público

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Uma vez, Flávia, de 29 anos, transou com o namorado no estacionamento de uma boate: Ninguém estava vendo, mas algumas pessoas passavam e percebiam. Isso me deixou excitada e despertou uma vontade de transar com as pessoas olhando de verdade. Mas uma casa de swing não é uma boa ideia, segundo ela: Não quero que ninguém me toque ou no meu namorado. Quero apenas que vejam.

Com outro
Uma que procura realizar as fantasias que tem é Mariana, de 31 anos: Sempre falo para o meu namorado de caras que eu acho interessantes. Isso não significa que eu queira outro homem. Sou fiel e não o trairia, explica. Porém, na hora da transa, ela provoca o namorado falando que fica imaginando se fosse outro naquela situação: Falo de amigos dele, do porteiro do prédio, um colega de trabalho. Até troco o nome dele... Ele adora e eu também.

quinta-feira

Cerca de 20% das mulheres mente sobre orgasmo

Quando você, homem, escutar algum amigo se gabando de suas habilidades em satisfazer mulheres na cama, desconfie. E mulheres que não se sentem completamente contentadas após uma relação sexual, saiba que você não está só. Uma pesquisa mostrou que existe um número maior de homens que acredita ter levado última parceira ao orgasmo do que mulheres que dizem realmente ter atingido o clímax.

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A pergunta do título foi feita pela Pesquisa Nacional de Saúde e Comportamento Sexual (NSSHB) da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Enquanto 85% dos homens disseram ter proporcionado o orgasmo os seus últimos parceiros sexuais, apenas 64% das mulheres afirmaram ter sentido um orgasmo durante sua última relação.

Você não está ruim de matemática. A conta não fecha mesmo. Para os pesquisadores responsáveis, mesmo se descontarmos aqueles homens que tiveram relações homossexuais, ainda sobra um bom número de mulheres descontentes. Algo na casa dos 20%

Para alguns especialistas, este resultado discordante pode ser explicado pelo fato de que muitos homens estão mais preocupados em proporcionar prazer a si mesmos e ignoram a satisfação das parceiras, segundo reportagem do Daily Mail.

Outro dado pode colaborar com a ideia que os homens são um pouco mais egoístas na cama. De acordo com o estudo, a maior parte deles está mais propenso a atingir o orgasmo por meio do sexo com penetração vaginal. Já a maioria das mulheres precisa de uma forcinha extra. Elas chegam ao clímax quando outras práticas sexuais estão envolvidas, como o sexo oral.

A pesquisa entrevistou quase 6 mil norte-americanos entre 14 e 94 anos sobre seus hábitos sexuais.

sábado

As vantagens e desvantagens do sexo casual

VANTAGENS
A excitação da conquista sempre faz você se cuidar
A autoestima e a autoconfiança andam juntas e se autorreforçam quando você vive uma nova conquista.
O padrão de excitação fisica e psíquica fazem do sexo algo desejavel: pensar em sexo promove o aumento de libido.
O prazer pode ser intenso, pois segue o padrão da novidade, como nas novas paixões.
No sexo casual você nunca corre risco de ter sogra...

DESVANTAGENS
Você nunca sabe o risco que corre, principalmente ao sair com estranhos: se ela é sadica, agressiva ou tem manias. Deixe sempre alguém avisado de seu paradeiro e um telefone de socorro engatilhado no toque rápido do celular.
Sexo casual traz emoção e excitação, mas geralmente deixa uma lacuna de afeto, cuidado para não se meter numa paixão não correspondida.

segunda-feira

Transa boa dura entre 7 e 13 minutos

Uma relação sexual satisfatória dura entre 3 e 13 minutos, de acordo com um novo estudo realizado por pesquisadores da Universidade Penn State, no Estado americano da Pensilvânia.

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A pesquisa contou com a participação de 50 integrantes americanos e canadenses da Sociedade de Pesquisa e Terapia Sexual, incluindo psicólogos, médicos, assistentes sociais, terapeutas familiares e enfermeiras. Todos os envolvidos recolheram dados de milhares de pacientes durante décadas.

O estudo, publicado na revista Journal of Sexual Medicine, afirma que um ato sexual adequado dura entre 3 e 7 minutos; um desejável, de 7 a 13 minutos; um curto demais, de 1 a 2 minutos; e um muito longo, de 10 a 30 minutos.

Infelizmente, a cultura popular atual reforçou estereótipos a respeito das atividades sexuais, acrescenta o estudo.

E muitos homens e mulheres parecem acreditar na fantasia de um pênis enorme, ereções duras como uma rocha e relações que duram a noite toda, afirmam os autores da pesquisa. Quanta utopia, não? Segundo a pesquisa, o tempo médio da transa que homens e mulheres gostariam de ter é de 30 minutos. Número praticamente surreal.

sábado

Tempero de cozinha aumenta desejo sexual em até 25%

Uma pesquisa realizada pelo Centro de Medicina Clínica e Molecular de Brisbane, na Austrália, concluiu que o feno-grego (fenugreek, em inglês), espécie de tempero muito utilizado na culinária indiana, tem poder de aumentar o desejo sexual.

Além de serem usadas na cozinha, as folhas e sementes da erva têm sido usadas para tratar febre, desde o tempo dos antigos egípcios. As informações são do jornal britânico Daily Mail.

As sementes de feno-grego contêm compostos chamados saponinas, que estimulam a produção de hormônios sexuais masculinos, incluindo a testosterona.

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Para se chegar ao resultado do estudo, os pesquisadores selecionaram 60 homens saudáveis com idade entre 25 e 52 anos, que usaram um extrato da erva, duas vezes por dia, durante seis semanas.

Seus níveis de libido foram monitorados por meio de um sistema de pontuação que avaliou as alterações após três e seis semanas. Dentro do prazo máximo, foi detectado um aumento de 28% no desejo sexual entre os homens analisados. Já entre outro grupo de homens, que tomou pílulas de placebo (de mentira, sem a substância), essa pontuação caiu.

Pelo menos 25% dos homens que usaram a erva relataram ter melhorado o desejo sexual, segundo os pesquisadores.

quarta-feira

Maior escolaridade indica melhor desempenho no sexo

Quanto mais anos de escola um homem tem, mais chance terá de conseguir um bom trabalho, um salário adequado, melhor qualidade de vida e um desempenho satisfatório na cama. A sintonia entre o nível de escolaridade e a sexualidade, além de parecer perversa, desmente a suposição de que trabalhadores braçais atuariam melhor que os intelectuais.

Na verdade, a relação entre grau de instrução e disfunção erétil tem a ver com acesso aos serviços de saúde, condições de vida e informações básicas sobre o corpo. Para os menos informados, o sexo pode passar do prazer ao pesadelo diante de um único episódio de ereção não consumada. O grau de escolaridade como fator de risco para a disfunção erétil é uma das constatações do Ecos, Estudo do Comportamento Sexual no Brasil, publicado no ano passado e cujos resultados ainda vêm sendo detalhados. Pelo estudo, que ouviu 1.164 homens em nove cidades de sete Estados, aqueles que cursaram apenas o primário (quatro anos de escolaridade) têm 3,6 vezes mais risco de disfunção erétil quando comparados com outros de formação universitária. As cidades foram Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Santos e Ribeirão Preto.

Aqueles que concluíram apenas o Ensino Fundamental teriam um risco duas vezes maior do que os universitários.

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Esse dado confirma um conceito novo, o da disfunção erétil como marcador de saúde, diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora da pesquisa e do Prosex, Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Não quer dizer que quem estudou menos não sabe fazer sexo, quer dizer que está menos atento ao corpo, aos cuidados com a saúde e tem menos acesso aos serviços e à informação.

Outro estudo, realizado com homens da Colômbia, Venezuela e Equador, batizado de Densa, trouxe resultado semelhante. Pela pesquisa, homens com menos de cinco anos de educação formal têm 2,5 vezes mais chance de ter disfunção erétil que aqueles com seis ou mais anos de escola.

A educação é um dos principais fatores de risco para a disfunção erétil, diz o urologista Sidney Glina, diretor do Instituto H. Ellis e ex-presidente da Issir, Sociedade Internacional para o Estudo da Sexualidade e Impotência.

Saber como o corpo funciona permitirá fazê-lo funcionar melhor. Os chipanzés machos, quando isolados do grupo, não conseguem penetrar porque não aprenderam como se faz, diz. O homem aprende a comer, a andar, mas o adolescente acha que já nasceu sabendo fazer sexo e não se permite aprender.

A saúde tem a ver com a educação e a sexualidade. A pesquisa Ecos mostrou que nos grupos com hipertensão, diabetes, obesidade e depressão havia maior número de homens com disfunção erétil. Por exemplo, entre os que tinham disfunção mínima ou nenhuma, 15,1% disseram ser hipertensos. Entre aqueles com disfunção moderada ou completa, 39,7% afirmaram ter hipertensão. A depressão é especialmente preocupante, pois tanto pode ser causa como consequência da disfunção erétil. Alcoolismo, medicamentos, estresse e sedentarismo são outros fatores.

Não quer dizer que homens com maior escolaridade não tenham depressão, diabetes ou hipertensão, mas certamente vão procurar ajuda mais cedo e terão acesso mais fácil ao médico e ao tratamento, diz Carmita Abdo.

Dados internacionais mostram que só um em cada dez homens com disfunção erétil está sendo tratado. Este, certamente, está no grupo com maior escolaridade.

Disfunção erétil, por conceito, é a incapacidade se obter e/ou manter o pênis rígido por tempo suficiente para completar o ato sexual com satisfação.

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Satisfação é um conceito subjetivo que também depende da educação, dizem os especialistas. Na formação popular prevalece a crença de que o homem deve dar conta de todas e não pode se permitir falha nenhuma. Cobrança demais leva à ansiedade. É a ansiedade, a adrenalina, que faz o pênis ficar mole, diz Glina.

Passar no médico deveria ser prática para o homem, mas nem sempre resolve. Pesquisa feita pelo chefe do departamento de andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia, Luiz Otavio Torres, mostrou que a maioria dos urologistas saem da residência despreparados para diagnosticar e tratar a disfunção erétil. Segundo ele, muitos médicos de outras especialidades não consideram a disfunção erétil uma doença.