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quinta-feira

Cerca de 20% das mulheres mente sobre orgasmo

Quando você, homem, escutar algum amigo se gabando de suas habilidades em satisfazer mulheres na cama, desconfie. E mulheres que não se sentem completamente contentadas após uma relação sexual, saiba que você não está só. Uma pesquisa mostrou que existe um número maior de homens que acredita ter levado última parceira ao orgasmo do que mulheres que dizem realmente ter atingido o clímax.

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A pergunta do título foi feita pela Pesquisa Nacional de Saúde e Comportamento Sexual (NSSHB) da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Enquanto 85% dos homens disseram ter proporcionado o orgasmo os seus últimos parceiros sexuais, apenas 64% das mulheres afirmaram ter sentido um orgasmo durante sua última relação.

Você não está ruim de matemática. A conta não fecha mesmo. Para os pesquisadores responsáveis, mesmo se descontarmos aqueles homens que tiveram relações homossexuais, ainda sobra um bom número de mulheres descontentes. Algo na casa dos 20%

Para alguns especialistas, este resultado discordante pode ser explicado pelo fato de que muitos homens estão mais preocupados em proporcionar prazer a si mesmos e ignoram a satisfação das parceiras, segundo reportagem do Daily Mail.

Outro dado pode colaborar com a ideia que os homens são um pouco mais egoístas na cama. De acordo com o estudo, a maior parte deles está mais propenso a atingir o orgasmo por meio do sexo com penetração vaginal. Já a maioria das mulheres precisa de uma forcinha extra. Elas chegam ao clímax quando outras práticas sexuais estão envolvidas, como o sexo oral.

A pesquisa entrevistou quase 6 mil norte-americanos entre 14 e 94 anos sobre seus hábitos sexuais.

domingo

Primeiro beijo é mais marcante que primeira transa

Você provavelmente nunca vai esquecer o seu primeiro beijo, tímido e desajeitado, atrás do muro da escola ou na escada do prédio. Cientistas disseram que a maioria das pessoas consegue se lembrar de 90% dos detalhes dessa experiência romântica, sendo ainda mais marcante do que perder a virgindade, segundo reportagem do Daily Mail.

Mas essa arte vai tão além de um único número que a cientista norte-americana Sheril Kirshenbaum escreveu um livro só sobre o beijo, o The Science of Kissing: What Our Lips Are Telling Us, lançado em janeiro nos Estados Unidos e ainda sem tradução para o português.

Como parte da pesquisa para o livro, a autora realizou um experimento que media a corrente magnética do cérebro de homens e mulheres, em resposta a diferentes imagens de pessoas se beijando. A pesquisa mostrou que os homens vêem o beijo como um meio para um fim, possivelmente visando a troca de outros fluidos corporais mais tarde. Já as mulheres apreciam mais o beijo do que os homens.

Kirshenbaum, que é pesquisadora na Universidade do Texas, nos Estados Unidos, também investigou diferenças na forma de beijar entre os sexos. Os homens são mais agressivos, já que tentam passar uma impressão de que tem muita testosterona para a parceira, a fim de conquistá-la. O método, porém, é equivocado, já que os hormônios liberados durante beijos mais lentos e mais frequentes permanecem por mais tempo no corpo das mulheres, fazendo com que elas se apaixonem mais rapidamente. E você? Lembra bem de quando beijou pela primeira vez ou de quando perdeu a virgindade? Qual a experiência que te traz mais recordações? Comente!

quarta-feira

Maior escolaridade indica melhor desempenho no sexo

Quanto mais anos de escola um homem tem, mais chance terá de conseguir um bom trabalho, um salário adequado, melhor qualidade de vida e um desempenho satisfatório na cama. A sintonia entre o nível de escolaridade e a sexualidade, além de parecer perversa, desmente a suposição de que trabalhadores braçais atuariam melhor que os intelectuais.

Na verdade, a relação entre grau de instrução e disfunção erétil tem a ver com acesso aos serviços de saúde, condições de vida e informações básicas sobre o corpo. Para os menos informados, o sexo pode passar do prazer ao pesadelo diante de um único episódio de ereção não consumada. O grau de escolaridade como fator de risco para a disfunção erétil é uma das constatações do Ecos, Estudo do Comportamento Sexual no Brasil, publicado no ano passado e cujos resultados ainda vêm sendo detalhados. Pelo estudo, que ouviu 1.164 homens em nove cidades de sete Estados, aqueles que cursaram apenas o primário (quatro anos de escolaridade) têm 3,6 vezes mais risco de disfunção erétil quando comparados com outros de formação universitária. As cidades foram Salvador, Porto Alegre, Rio de Janeiro, Curitiba, Recife, Belo Horizonte, São Paulo, Santos e Ribeirão Preto.

Aqueles que concluíram apenas o Ensino Fundamental teriam um risco duas vezes maior do que os universitários.

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Esse dado confirma um conceito novo, o da disfunção erétil como marcador de saúde, diz a psiquiatra Carmita Abdo, coordenadora da pesquisa e do Prosex, Projeto Sexualidade do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. Não quer dizer que quem estudou menos não sabe fazer sexo, quer dizer que está menos atento ao corpo, aos cuidados com a saúde e tem menos acesso aos serviços e à informação.

Outro estudo, realizado com homens da Colômbia, Venezuela e Equador, batizado de Densa, trouxe resultado semelhante. Pela pesquisa, homens com menos de cinco anos de educação formal têm 2,5 vezes mais chance de ter disfunção erétil que aqueles com seis ou mais anos de escola.

A educação é um dos principais fatores de risco para a disfunção erétil, diz o urologista Sidney Glina, diretor do Instituto H. Ellis e ex-presidente da Issir, Sociedade Internacional para o Estudo da Sexualidade e Impotência.

Saber como o corpo funciona permitirá fazê-lo funcionar melhor. Os chipanzés machos, quando isolados do grupo, não conseguem penetrar porque não aprenderam como se faz, diz. O homem aprende a comer, a andar, mas o adolescente acha que já nasceu sabendo fazer sexo e não se permite aprender.

A saúde tem a ver com a educação e a sexualidade. A pesquisa Ecos mostrou que nos grupos com hipertensão, diabetes, obesidade e depressão havia maior número de homens com disfunção erétil. Por exemplo, entre os que tinham disfunção mínima ou nenhuma, 15,1% disseram ser hipertensos. Entre aqueles com disfunção moderada ou completa, 39,7% afirmaram ter hipertensão. A depressão é especialmente preocupante, pois tanto pode ser causa como consequência da disfunção erétil. Alcoolismo, medicamentos, estresse e sedentarismo são outros fatores.

Não quer dizer que homens com maior escolaridade não tenham depressão, diabetes ou hipertensão, mas certamente vão procurar ajuda mais cedo e terão acesso mais fácil ao médico e ao tratamento, diz Carmita Abdo.

Dados internacionais mostram que só um em cada dez homens com disfunção erétil está sendo tratado. Este, certamente, está no grupo com maior escolaridade.

Disfunção erétil, por conceito, é a incapacidade se obter e/ou manter o pênis rígido por tempo suficiente para completar o ato sexual com satisfação.

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Satisfação é um conceito subjetivo que também depende da educação, dizem os especialistas. Na formação popular prevalece a crença de que o homem deve dar conta de todas e não pode se permitir falha nenhuma. Cobrança demais leva à ansiedade. É a ansiedade, a adrenalina, que faz o pênis ficar mole, diz Glina.

Passar no médico deveria ser prática para o homem, mas nem sempre resolve. Pesquisa feita pelo chefe do departamento de andrologia da Sociedade Brasileira de Urologia, Luiz Otavio Torres, mostrou que a maioria dos urologistas saem da residência despreparados para diagnosticar e tratar a disfunção erétil. Segundo ele, muitos médicos de outras especialidades não consideram a disfunção erétil uma doença.

terça-feira

Cerca de 20% das mulheres mente sobre orgasmo

Quando você, homem, escutar algum amigo se gabando de suas habilidades em satisfazer mulheres na cama, desconfie. E mulheres que não se sentem completamente contentadas após uma relação sexual, saiba que você não está só. Uma pesquisa mostrou que existe um número maior de homens que acredita ter levado última parceira ao orgasmo do que mulheres que dizem realmente ter atingido o clímax.

A pergunta do título foi feita pela Pesquisa Nacional de Saúde e Comportamento Sexual (NSSHB) da Universidade de Indiana, nos Estados Unidos. Enquanto 85% dos homens disseram ter proporcionado o orgasmo os seus últimos parceiros sexuais, apenas 64% das mulheres afirmaram ter sentido um orgasmo durante sua última relação.

Você não está ruim de matemática. A conta não fecha mesmo. Para os pesquisadores responsáveis, mesmo se descontarmos aqueles homens que tiveram relações homossexuais, ainda sobra um bom número de mulheres descontentes. Algo na casa dos 20%

Para alguns especialistas, este resultado discordante pode ser explicado pelo fato de que muitos homens estão mais preocupados em proporcionar prazer a si mesmos e ignoram a satisfação das parceiras, segundo reportagem do Daily Mail.

Outro dado pode colaborar com a ideia que os homens são um pouco mais egoístas na cama. De acordo com o estudo, a maior parte deles está mais propenso a atingir o orgasmo por meio do sexo com penetração vaginal. Já a maioria das mulheres precisa de uma forcinha extra. Elas chegam ao clímax quando outras práticas sexuais estão envolvidas, como o sexo oral.

A pesquisa entrevistou quase 6 mil norte-americanos entre 14 e 94 anos sobre seus hábitos sexuais.